A deputada algarvia foi convidada na qualidade de membro da Associação Parlamentar de Amizade Portugal - Cabo Verde, qualidade em que teve oportunidade de visitar aquele país numa visita oficial chefiada pelo presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, durante a qual foi assinado um protocolo de cooperação entre as Assembleias da República dos dois países e recorda a amabilidade do presidente da Assembleia Nacional de Cabo Verde, Aristides Raimundo Lima, ao acompanhar o PARP e a Delegação Parlamentar Portuguesa durante os quatro dias que durou a visita que incluiu quatro das dez ilhas.
Esmeralda Ramires lembra ainda, em especial, a visita à Cidade Velha, antiga capital, localizada na ilha de Santiago que, recentemente, e muito bem, na sua opinião, foi declarada património mundial da humanidade, destacando a fortaleza, e a antiquíssima igreja de Nossa Senhora do Rosário, bem como a sua velha guardiã.
Junto duas fotos, uma com os dois presidentes e a guardiã da igreja e a outra com o grupo na fortaleza, ambas na cidade velha
Para mais informações
Contactar: Esmeralda Ramires
Tel: 964293933
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Recomenda ao Governo a promoção de Soluções adequadas ao exercício pleno de voto das pessoas com capacidade reduzida
I - Exposição de motivos
Os preceitos constitucionais determinam que têm direito de sufrágio todos os cidadãos maiores de 18 anos, ressalvadas as incapacidades previstas na lei geral. Tendo como característica essencial do direito de sufrágio, a pessoalidade do voto, é de sublinhar que o direito de voto é intransmissível e insusceptível de representação ou procuração, devendo resultar imediatamente da manifestação de vontade do eleitor, sem intervenção de qualquer manifestação de vontade alheia.
Este princípio constitucional não tem, todavia, a melhor correspondência prática no caso de pessoas com doença ou deficiência por falta de acesso a algumas das condições adequadas para o efeito. De facto, muitos são os cidadãos e cidadãs com doenças e deficiências que se vêm limitadas no exercício desse direito fundamental que é o direito ao sufrágio com autonomia e secretismo, designadamente os cegos, os amblíopes, as pessoas com doença de Parkinson, com nanismo e gigantismo.
Outra dimensão desta dificuldade é a que resulta, também, da inacessibilidade de algumas pessoas com doença ou deficiência à informação difundida durante a campanha eleitoral, designadamente os cegos, amblíopes e surdos, o que lhes dificulta a formação de uma opinião esclarecida.
Importa, assim, conhecer o universo das pessoas afectadas pelas doenças ou deficiências limitadoras do acto eleitoral e as melhores soluções, para a formação da vontade esclarecida e da prática do acto eleitoral, para além da resposta hoje adoptada do recurso ao voto acompanhado como solução legalmente prevista na ordem jurídica portuguesa para alguns cidadãos e cidadãs com capacidade reduzida.
II – Assim, a Assembleia da República resolve, nos termos do disposto na alínea b) do artigo 156º da Constituição da República Portuguesa, recomendar ao Governo que promova:
a) A identificação das doenças e deficiências que geram dificuldades especiais no acesso à prática do voto.
b) As melhores soluções institucionais e legais adequadas que garantam o exercício pleno do direito de voto, com autonomia e secretismo dos cidadãos e cidadãs com capacidade reduzida.
Palácio de São Bento, 24 de Junho de 2009
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Com o intuito de divulgar os aromas, sabores e saberes do Algarve, materializados na cultura e gastronomia algarvia, nós Deputados do Partido Socialista eleitos pelo Algarve convidámos e recebemos, no passado dia 6 de Maio na Assembleia da República a Companhia de Teatro do Algarve (ACTA) que representou o Auto da Índia, de Gil Vicente e a Confraria Gastronómica do Algarve que efectuou uma mostra gastronómica.
Na qualidade de deputada, eleita pelo Algarve e também de membro da Confraria Gastronómica do Algarve ( confreira de honra ), congratulo-me com a iniciativa, porquanto foi muito apreciada e elogiada e contou com a presença de muitas dezenas de deputados de todos os Partidos Políticos, além de outros convidados que fizeram questão em estar presente, entre eles a Governadora Civil do Algarve ( Isilda Gomes), o Presidente da Entidade Regional de Turismo do Algarve ( António Pina) o Presidente da Assembleia Municipal de Olhão( Filipe Ramires) e o Presidente da Federação do PS Algarve( Miguel Freitas).
De facto, Luís Vicente, Director artístico da ACTA, deu uma pequena mas muito interessante “mostra” das muitas respostas que o Algarve tem na área cultural, enquanto a Confraria Gastronómica do Algarve, sob a responsabilidade do Grão Mestre, José Manuel Alves, que mobilizou empresários de restauração e de pastelaria do barlavento ao sotavento algarvio, proporcionou um verdadeiro festival gastronómico que pugnou pela qualidade, diversidade e quantidade, dando uma forte e positiva nota dos aromas, sabores e saberes do Algarve.
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Das reuniões de trabalho realizadas as Deputadas verificaram uma efectiva disponibilidade e preocupação dos responsáveis por aqueles Serviços Regionais no sentido de contrariar os constrangimentos resultantes da crise e potenciar a implementação dos apoios do Governo às empresas e ao emprego.
No que concerne ao emprego, segundo informação do IEFP, os últimos dados de desemprego revelados, resultantes do binómio, sazonalidade e crise parecem querer estabilizar.
É notória a elevada incidência do aumento do desemprego dos trabalhadores sem nenhum nível de instrução, enquanto que a mais baixa incidência se verifica nos trabalhadores com formação de nível superior. Reforça-se assim a importância da articulação entre o Emprego e a Educação e do Programa Novas Oportunidades, como meios e instrumentos para combater a falta de qualificação, um dos maiores constrangimentos no acesso ao emprego e à competitividade das empresas.
As Deputadas salientam o empenho do IEFP na realização de reuniões com diversas entidades (Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais, PME, IPSS), com o propósito de informar e sensibilizar para a aplicação de medidas, que potenciem o emprego, tais como: Estágios Profissionais, Estágios de Qualificação - Emprego, Contratos de Emprego - Inserção.
Aldemira Pinho e Esmeralda Ramires consideram que incentivar a aplicação destes programas deverá ser, no actual contexto, uma responsabilidade de todos os agentes económicos e sociais e salientam as palavras do Doutor Alberto de Melo (IEFP) de que além da componente financeira, potenciam o relacionamento social, a actualização profissional, a motivação pessoal e a integração profissional dos trabalhadores desempregados.
Numa óptica de apoio às empresas, as Deputadas constatam como positivo a disponibilidade do IAPMEI, para regularmente efectuar visitas às empresas, informando e acompanhando as candidaturas ao QREN.
Salientam ainda, a importância deste Serviço quer no esclarecimento de eventuais dúvidas no acesso às diferentes candidaturas, designadamente, ao PME Investe, ao MODCOM e em especial ao QREN,
Tendo em conta a transcendência da problemática da actividade económica da região e do desemprego, em especial em contexto de crise económica - financeira internacional, Aldemira Pinho e Esmeralda Ramires consideraram as reuniões muito profícuas porquanto permitiram obter uma visão abrangente da dinâmica da actuação relativamente à aplicação das medidas de apoio às Empresas e ao Emprego no Algarve.
Considerando a importância deste trabalho e no sentido de uma avaliação mais global, as Deputadas tencionam reunir na próxima segunda feira, dia 20, com a CCDR Algarve, o IDICT e a ERTA.
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No passado mês de Novembro, na qualidade de membro do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal - Cabo Verde, tive a honra de integrar uma Delegação chefiada pelo Presidente de Assembleia da República, Jaime Gama, que se deslocou a Cabo Verde, a convite do Presidente da Assembleia Nacional daquele país irmão, Aristides Raimundo Lima.
Sob ponto de vista da cooperação foi assinado um Protocolo de Cooperação entre a Assembleia da República de Portugal e a Assembleia Nacional de Cabo Verde.
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Senhor PresidenteSenhoras e Senhores Deputados
Portugal é hoje um país livre e democrático que é membro de pleno direito da União Europeia, a quem ainda recentemente deu um prestimoso contributo para a construção do Tratado Europeu, um instrumento de revitalização política, vital para este mundo globalizado em que vivemos. Mas Portugal é também um dos países mais antigos da Europa e que tem, entre as suas maiores riquezas, uma inolvidável História. É neste contexto que no ano em que se comemora o bicentenário da Guerra Peninsular, trago a esta Câmara, casa mãe da democracia, uma evocação histórica de uma parte da memória colectiva dos portugueses.
A memória do feito heróico e patriótico da povoação de Olhão durante a primeira invasão francesa, ao protagonizar duas verdadeiras epopeias, a sublevação contra os franceses e a viagem ao Brasil para informar a família real da expulsão dos invasores.
Saúdo os representantes democráticos do povo de Olhão, os descendentes directos de alguns dos seus heróis e todos os cidadãos e cidadãs que se encontram hoje aqui presentes.
Uma nação não se constrói de forma linear, por isso a sua História resulta da convergência de muitos factos e atitudes relevantes para o seu território e para o seu povo ao longo da sua caminhada e ainda das vicissitudes e dos diferentes contextos políticos, sociais, geográficos e antropológicos em que os mesmos ocorrem.
Não se pode esquecer ou ignorar a História, mas sim conhecê-la e compreendê-la, pois ela é a memória de um povo e um povo sem memória é um povo sem futuro.
É nesta senda que hoje, ao evocar o protagonismo histórico do Algarve, mais concretamente de alguns dos seus filhos, quiçá, mais audazes, o povo de Olhão, o faço, não numa atitude de patriotismo exacerbado e anacrónico, mas, numa dimensão de partilha, coesão e reconhecimento.
É uma evocação devida à povoação de Olhão. Á povoação sim, pois foram todos os homens, mulheres, jovens e idosos da então pequena aldeia, que no dia 16 de Junho de 1808, recusando-se a aceitar a submissão a uma soberania estrangeira, se sublevaram contra as tropas francesas, abrindo caminho para a sua expulsão do Algarve e escrevendo assim, uma página de patriotismo, coragem, audácia e coesão não só na História do Algarve mas também na História de Portugal.
Como Fernando Pessoa, escreveu num dos seus poemas: Eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura.
Também aquele povo nunca se viu pequeno, diminuído ou limitado, talvez, porque, habituado como estava a lutar contra o mar exortava os medos e olhava em frente até onde o olhar já não alcançava.
Por isso não se quedou em quaisquer interesses de classe ou indecisões de outra natureza. Reagiram contra os invasores, responderam à chamada, armaram-se, organizaram-se, atacaram e defenderam-se, por terra e por mar, sofreram baixas, inclusive mortes, mas, com muita ousadia, muita coragem e porque não, com a sorte que protege os mais audazes, qual David contra Golias, venceram.
Foi uma sublevação que tendo tido o seu epílogo entre os dia 12 e 18 de Junho de 1808, se desenvolveu num contexto político, militar e social de que os historiadores nos têm dado conta, na perspectiva nacional. Falta, todavia, integrar nessa perspectiva os contextos e os factos ocorridos nas diferentes regiões e localidades deste país, para que a História seja mais fiel e justa para com os seus protagonistas.
E, no pequeno apontamento que aqui cabe fazer, recordo que após a grande excitação do povo, no dia 12 de Junho quando as Armas Reais foram destapadas, a revolta eclodiu no dia 16, quando o Coronel José Lopes de Sousa, Governador de Vila Real de Santo António, afastado de funções, ao ver o povo ler os editais a apelar aos portugueses para ajudarem os amigos franceses contra os espanhóis, reagiu rasgando o edital, acto aplaudido pela população que a seguir hasteou a bandeira nacional e tocou os sinos a rebate, convidando todos os patriotas dos campos e das freguesia circunvizinhas a tomarem parte na luta.
Estava iniciada a revolta que se materializou no dia 18 de Junho, quando o povo comandado pelo Capitão Sebastião Martins Mestre, enfrentou as forças francesas, num primeiro confronto por mar e depois por terra, na ponte de Quelfes e na Meia Légua e que culminou com a vitória dos revoltosos.
Só após a constatação da vitória, resultante da decisão inabalável dos olhanenses é que a classe aristocrática que constituía o poder administrativo regional, oportunisticamente adormecida, levantou igualmente o pendão da revolta estendendo-a a toda a província e juntos expulsaram os invasores do então Reino dos Algarves.
E, foram novamente os pescadores olhanenses que num pequeno caíque, de Bom Sucesso, seu nome se fizeram ao mar, rumo ao Brasil, para numa atitude de grande sabedoria informar a família real, o que teve como corolário a sua ascensão a vila, ficando assim a criação do concelho de Olhão indelevelmente ligado à insurreição contra os invasores franceses.
Efectivamente, perante a audácia e coragem daqueles homens que tinham vencido não só as tropas francesas, como os perigos do mar, desde a armada francesa, aos corsários e piratas e ainda a fome e a sede, o Príncipe Regente D. João, futuro D. João VI, agraciou o povo da aldeia de Olhão no Reino do Algarve com o título de Vila de Olhão da Restauração.
Mas não só, de acordo com os termos do Alvará Régio de 15 de Novembro de 1808, assinado no Rio de Janeiro, o Príncipe elevou-a à categoria de Vila, com todos os privilégios, liberdades, franquezas, honras e isenções, de que já gozavam as vilas mais notáveis do Reino de Portugal.
Senhor Presidente
Senhoras e Senhores Deputados
Ainda no âmbito da evocação à povoação de Olhão não podemos ignorar o futuro que aquela construiu em duzentos anos. Desde logo da concessão do título de Vila à delimitação do seu Termo, decorreram 18 anos de grande perseverança e combatividade até que em 1826, D. Pedro reconheceu o Termo de Olhão como concelho com as freguesias de Olhão, Pechão, Quelfes, Moncarapacho e Fuseta.
Entretanto registou um crescimento populacional de 5 mil para 45 mil habitantes, a par de um desenvolvimento que teve sempre subjacente uma atitude de liberdade, coragem, coesão, empreendedorismo e ambição, escrevendo continuamente a História, como o fez na defesa da causa liberal, ao lado de D. Pedro IV, lutando contra tudo e contra todos ou ainda para a implantação da República.
E, não poderia deixar de dar algumas notas sobre algumas das características mais relevantes de Olhão, designadamente a extasiante paisagem da Ria Formosa, de que Olhão é a capital. E citando o poeta João Lúcio, um dos filhos de Olhão, que tão bem soube interpretar o Algarve e o seu clima, as suas paisagens e as suas gentes, no seu poema “ O Algarve” ,
“Oh meu ardente Algarve impressionista e molle,
Meu lindo preguiçoso adormecido ao sol,
Meu Louco sonhador a respirar chimeras,
Ouvindo, no azul, o canto das espheras…”
E ainda dar uma nota sobre os seus padrões culturais que são únicos e que resultam do contacto de várias culturas, nomeadamente a árabe-islâmica, que conferiu aos olhanenses uma mundo vivência de que são exemplo a arquitectura cubista, as suas açoteias, os seus mirantes, as suas estreitas e sinuosas ruas, ou mesmo as suas lendas, de que destaco a Floripes e o menino dos olhos grandes.
Paisagens e mistérios que tão bem foram descritos por Aquilino Ribeiro no Guia de Portugal, por Raul Brandão, nos seu escritos sobre “ Os Pescadores”, por António Sérgio, na História de Portugal por Manuel da Fonseca nas suas “Crónicas Algarvias”, ou por Miguel Torga e ainda cantados por Zeca Afonso, de que cito esta quadra, que hoje se adequa:
O Vila de Olhão
Da Restauração
Madrinha do Povo
Madrasta é que não
Outra dimensão não menos importante da hoje cidade de Olhão, tem sido a sua capacidade de se desenvolver de forma harmónica, sem se descaracterizar, mantendo a traça, mantendo as tradições e as suas actividades económicas da pesca, de que o seu importante porto é exemplo, do marisqueio e da industria conserveira ao mesmo tempo que se abre às novas tecnologias ligadas ao mar, bem como ao turismo.
É, pois, com muito orgulho que presto hoje esta singela homenagem a Olhão, concelho que se fez a si próprio e que ganhou por direito um lugar na nossa história colectiva.
Disse
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Visita Parlamentar à AUTOEUROPA, na qualidade de membro da Comissão de Trabalho, Segurança Social e Administração Pública. Uma visita organizada conjuntamente com a Comissão Parlamentar de Assuntos Económicos, Inovação e Desenvolvimento Regional.
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A NOVA EUROPA SOCIAL
Questões e propostas
Esta conferência sobre a Nova Europa Social ocorre num período particularmente decisivo para o futuro da Europa e para o futuro de Portugal, que, desde há muito compreendeu a importância da sua integração na UE e da subsequente partilha nas suas decisões.
Falo do período que sucede à assinatura do Tratado de Lisboa, ratificado na Assembleia da República Portuguesa e que antecede a ratificação pelos outros 18 EM. (Portugal foi o 9º Estado Membro a ratificar o Tratado).
Trata-se de um Tratado que resultou do esforço do Governo do Partido Socialista para que a Europa ressurgisse do impasse em que se encontrava e para que, retomasse aquele que é o seu primado, um espaço de liberdade para viver e comerciar, tendo como princípios norteadores, a justiça, a democracia, a solidariedade e a coesão de todos os seus membros.
Um Tratado que introduz na EU a Carta dos Direitos fundamentais, juridicamente vinculativos, que atribui a eficiência e a eficácia necessárias para que a Europa possa decidir na defesa dos direitos dos cidadãos europeus e que lhes confere um estatuto de cidadania europeia, ao consagrar o direito à iniciativa popular. Refiro-me à possibilidade que é conferida a um grupo de 1 milhão de cidadãos, desde que pertencentes a um número significativo de Estados, poderem apresentar uma iniciativa política.
Para Portugal, sob ponto de vista da democracia, do desenvolvimento económico, ambiental e social, num contexto de globalização e de modernização é pertinente que esteja integrado numa Europa propiciadora de paz, de desenvolvimento económico e de ideais democráticos e solidários.
Mas, a Europa nesta nova dimensão demográfica caracterizada pela reduzida natalidade, envelhecimento da população e de crescentes fluxos migratórios, também tem muito a ganhar com a capacidade de Portugal de interagir em ambiente multicultural e com a sua capacidade para se assumir como parte da solução dos problemas.
Essa capacidade ficou bem patente com o contributo que o Governo do Partido Socialista deu na condução das negociações que conduziram à aprovação do Tratado, e num outro registo, o contributo para a resolução da problemática da sustentabilidade do modelo social europeu. Refiro-me, aqui, à Reforma da Segurança Social que introduziu a solidariedade intergeracional como factor de sustentabilidade.
2 . Hoje aqui enquanto portugueses e europeus temos a oportunidade de partilhar as nossas perspectivas sobre o que queremos para a Nova Europa Social, não numa perspectiva individual e nacionalista, mas através de uma perspectiva europeia e de coesão social.
Temos consciência que a EU é admirada no mundo pelo seu modelo social, mas temos igualmente consciência, que num mundo globalizado e em permanente mutação é da maior pertinência quer para a Europa quer para o Mundo, a defesa dos valores europeus, designadamente; de defesa dos direitos humanos, de democracia, de solidariedade e de segurança.
De facto a economia baseada na industrialização deu lugar a uma economia baseada na informação e comunicação, potenciadora da globalização. E em especial a globalização da economia, introduziu um factor perverso nas relações económicas internacionais. Refiro-me ao risco de deslocalização das empresas e à insegurança que o mesmo introduziu no mercado de trabalho e nos trabalhadores.
Por isso o desafio hoje é para as empresas e a competitividade e produtividade das empresas. Para a maioria, na perspectiva do lucro e para outras na perspectiva da própria subsistência. Por outro lado, para os trabalhadores, o desafio é à sua capacidade de responder às exigências da inovação, das novas tecnologias e da produtividade.
E este é um desafio a que só poderão responder os cidadãos que possuam as qualificações exigidas. E aqui lembro que num leque de idades compreendidas entre os 25 e os 64 anos, a União Europeia apresenta uma percentagem de 16% de pessoas com grau universitário, enquanto que nos EUA, na mesma faixa etária a percentagem é de 29%, sendo que, como todos sabemos Portugal apresenta um dos maiores deficits de qualificação da Europa. E sobre esta problemática realça-se a aposta que o Governo do Partido Socialista no Programas Novas Oportunidades, para qualificar 1 milhão de portugueses até 2010. Mas, se para os trabalhadores existe insegurança, para as pequenas e médias empresas os desafios e a insegurança também são uma realidade . De facto muitas nascem, mas muitas morrem. E não nos podemos esquecer que na Europa prevalecem as pequenas e médias empresas. Dimensão essa que caracteriza também as empresas portuguesas.
Mas, ainda sobre o fenómeno da globalização gostaria de lembrar que o mesmo não depende da vontade da Europa nem de qualquer dos seus Estados-Membros, é uma realidade com que é preciso saber lidar. Temos que ser capazes de lhe responder com eficácia, equidade e justiça social.
Por outro lado, os números demográficos são outra realidade que vai evoluindo de forma preocupante. As taxas registadas actualmente nos Estados-Membros da União deixam pressagiar, para o horizonte de 2050 mutações de grande amplitude que se traduzirão num envelhecimento da população europeia. O número de pessoas idosas irá crescer 224% até 2050, sendo que a média de idades poderá passar de 39 anos, registados em 2004, para 49, em 2050. E no Mundo, o peso da população Europeia que era de 15%, há um século), passará para 5%, em 2050. Estas são todavia projecções e como tal não são irreversíveis. São no entanto sinais de alerta, porque têm sido várias as recomendações da UE, e as políticas que os respectivos Estados-Membros têm realizado para contrariar esta tendência. Contudo os resultados têm sido muitos ténues, pelo que importa criar novas políticas coerentes e convergentes para a elevação da taxa de natalidade.
Mas não podemos ignorar outra problemática, que é um verdadeiro atentado aos Direitos Humanos. Os indicadores revelam que a Europa tem os níveis de pobreza mais baixos do mundo. Ainda assim tem 72 milhões de pobres e mais 36 milhões em risco de pobreza. E ainda que a pobreza seja um fenómeno transversal a todas as idades e sexos, como sabemos, quem mais sofre num ambiente de pobreza são as crianças, as mulheres e os idosos. E, as notícias mais recentes que nos chegam sobre a crise de alimentos, vem reforçar a nossa necessidade de combater contra este flagelo.
De facto a Europa tem pela frente muitos desafios, que se perspectivam em sentido crescente para os próximos anos e que constituem uma nova arquitectura social, caracterizada pela concentração urbana, pelo envelhecimento da população; pela decréscimo da natalidade, pelas migrações; pela consecução da globalização e ainda que não seja o objecto desta sessão não podemos ignorar também o aumento da procura de produtos agrícolas, as alterações climáticas e o aumento dos preços da energia.
3. Esta Nova Europa, agora a 27, tem que ser capaz de encontrar respostas justas, solidárias mas eficazes para os novos e crescentes desafios. Respostas que constituam soluções harmoniosas e equilibradas para todos os seus Estados-Membros e Regiões.
Por outro lado, é necessário que realize uma política de coesão eficaz para não deixar para trás alguns dos seus Estados-Membros ou, regiões, designadamente, pelo seu reduzido potencial humano, mesmo quando, estas já não são elegíveis para o objectivo de convergência, como é o caso do Algarve.
Lembro aqui que para o 4º Relatório do Parlamento Europeu, sobre a Coesão Económica e Social, é inquestionável que a política de coesão exerce um verdadeiro efeito de alavanca na competitividade e no crescimento de uma zona, nomeadamente, com o desenvolvimento de parcerias público-privadas e das sinergias territoriais para o emprego, a inovação e a investigação, em cujo âmbito as PME podem facilmente cooperar com as Universidades e as estruturas locais de desenvolvimento.
Os socialistas europeus querem uma Nova Europa Social, capaz de gerar novos equilíbrios entre a equidade e a eficácia, onde a determinação em responder aos desafios não afastem o sentido da justiça social e da solidariedade, qualidades que são muito caras ao Partido Social.
Uma solidariedade que não seja apenas um grande chapéu mas uma verdadeira rede, em que os poderes, as competências e os meios não se dispersem e que abranjam todos os seus cidadãos. Uma solidariedade, que não seja apenas formal, mas que garanta também o efectivo exercício da igualdade de direitos e de oportunidades para todos.
4. Nesta senda que prioridades deverá a Europa Social trazer para a sua agenda adequar e/ou reforçar as suas políticas:
I - Os trabalhadore e o emprego
II - Os idosos activos e dependentes
III- As crianças e jovens
I – Os trabalhadores e o emprego
Como atrás referi a globalização da economia é um factor que constitui um inimigo da estabilidade de emprego, em consequência da deslocalização das empresas, à qual a EU tem que responder de forma eficaz, designadamente:
Encontrar uma solução para as desvantagens que o dumping praticado por alguns países gera na competitividade das empresas europeias; formar e qualificar os trabalhadores nas as novas tecnologias que respondam às exigências de novas profissões (dou como exemplo o facto de a Auto Europa utilizar hoje tecnologia de ponta que até há pouco tempo só era utilizada para a aeronáutica civil) e apoiar as Pequenas e Médias empresas.
Mas a globalização da economia não é o único grão na engrenagem do mercado de trabalho. É um facto que o mais importante é haver trabalho, sem trabalho não há qualidade de emprego. Mas mesmo quando há trabalho, há precariedade do emprego, e esse é outro e não menor problema.
E aqui não posso deixar de me referir ao o Algarve, que, não sendo muito afectado pela deslocalização das empresas, é-o pela precariedade, para a qual contribui em especial o carácter sazonal da sua principal actividade económica: o turismo. Problemática a que o Governo e as empresas têm procurado responder com a oferta de diferentes actividades turísticas para além da convencional, de modo a alargar a actividade económica a todo o ano e ainda com investimentos noutras actividades.
Mas, sendo a sazonalidade um forte contributo para a precariedade do emprego, não é menor o contributo que o uso da contratação a termo vem dando, pelo que importa também resolver este desiderato. Neste contexto foi com elevado agrado que o Partido Socialista conheceu a proposta do Governo, para a alteração ao Código do Trabalho, designadamente no que concerne à redução para dois anos do período de contratação a termo, bem como a introdução de incentivos à contratação sem termo.
2 - Os idosos activos e dependentes
O aumento da esperança de vida tem que se ser assumida como uma vitória da humanidade e a Europa tem que traduzir essa realidade como uma mais valia. Desde logo tem que saber aproveitar o conhecimento e a sabedoria dos idosos, primeiro como profissionais activos e depois continuando a potenciar a sua actividade já fora da vida profissional, como um meio de prevenção para evitar a doença e como um meio realização pessoal.
E estas não serão tarefas fáceis. A transformação de uma economia baseada na industrialização, numa sociedade da informação e da comunicação, caracterizada pelos desafios da tecnologia e da inovação, constituem para os trabalhadores mais idosos um esforço de adaptação que exige uma formação adequada que lhes mantenha ou restitua a auto-estima a auto-confiança e a motivação necessária para responderem às exigências da produtividade e da competitividade do mercado de trabalho. Não me refiro como é evidente, à formação trabalhador, mas sim do reconhecimento pela União Europeia da necessidade de um reforço de formação para estes trabalhadores e do consequente apoio financeiro para o efeito.
Numa outra perspectiva, os idosos depois de deixarem a actividade profissional têm direito a uma vida com qualidade e felicidade a quem deve ser proporcionada actividade física, intelectual e social. O aumento da esperança de vida constitui um novo paradigma com que a Europa tem que saber conviver. Não tem sido uma característica da nossa cultura mas, a Europa tem que encarar os seus idosos como anciãos portadores de sabedoria, numa perspectiva humanista e solidária, e não como velhos dependentes, numa perspectiva economicista e egoísta.
A protecção social e na saúde têm inevitavelmente que ser reforçados. Esta nova atitude já está a ter eco nas políticas nacionais e regionais. Lembro aqui que o Algarve está a realizar um projecto piloto de 18 unidades de cuidados continuados integrados, uma verdadeira rede de serviços sociais e de saúde. A EU tem que integrar a promoção dos direitos à vida com qualidade e à saúde que estão subjacentes ao aumento de anos de vida dos seus cidadãos.
3- As crianças e jovens
Como atrás referi é da maior premência dar um impulso para elevar a taxa de natalidade. Mas só uma sociedade que coloque as crianças no centro das suas políticas pode criar as condições de vida necessárias à solução desta problemática. A natalidade não pode ser um fim em si mesmo. O nascimento de uma criança não pode ser vista apenas na óptica da demografia, é necessário ir mais longe, garantir a cada criança a qualidade de vida a que tem direito.
E nesta problemática importa equacionar também o problema da infertilidade, pois é mais uma das causas do declínio demográfico, que deverá ser reconhecido como um problema de saúde a que urge responder com eficácia. Não menos importante é conhecer o número e as condições em que o sofrimento fetal, no trabalho de parto, dá origem a deficiências, isto para que a igualdade de oportunidades tenha lugar logo no momento do nascimento. E num momento particular como este em que a Comunicação Social nos traz com demasiada frequência ao conhecimento crimes hediondos contra as crianças, crimes de morte, de violações aberrantes, lembro que as crianças fazem parte integrante dos direitos humanos, a que a UE e os Estados Membros estão obrigados a respeitar, e que é necessário exigir que sejam uma prioridade para a União Europeia.
Também a fome, a pobreza, as desestruturação de algumas famílias, a imigração, a origem em comunidades étnicas são factores que impedem o saudável desenvolvimento físico, psíquico, intelectual e cívico de muitas crianças, o que é importante evitar, e quando tal não for possível, sinalizar para combater, designadamente, com políticas de educação, de saúde, de emprego, de conciliação da vida profissional com a vida pessoal e de apoio social.
Mas não se podem descurar os afectos, se queremos crianças felizes, jovens integrados e homens e mulheres com auto-estima e auto-confiança, capazes de competir numa sociedade cada vez mais complexa e exigente. Por isso entendo que é pertinente valorizar o papel das famílias, ajudar as que têm dificuldades, reforçar o papel dos avós na educação e no desenvolvimento afectivo das crianças
Por isso eu proponho que o Partido Socialista Europeu coloque as crianças no topo da sua agenda, que promova um Ano Europeu da Criança, para criar as sinergias entre as várias áreas de intervenção ao nível da UE, dos Estados-Membros, das autoridades locais e regionais, da sociedade civil e das próprias crianças.
Só uma Europa que seja capaz de garantir uma existência saudável e feliz às suas crianças, é uma Europa democrática, capaz de manter a sua sustentabilidade social económica, cujo modelo social deve servir de paradigma para o Mundo.
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Na reunião que demorou cerca de três horas os cidadãos e cidadãs deram nota das suas motivações e expectativas, bem como das dificuldades no desenvolvimento das sua competências para efeito da respectiva certificação.
As motivações e expectativas apresentadas foram desde o acesso a emprego com qualidade e respectiva promoção até ao prosseguimento de estudos, situação esta que a entidade responsável pelo CNO deu conta de ser comum.
Entre as dificuldades abordadas salienta-se a complexidade da linguagem utilizada na construção do Portfólio de Competências, o que para alguns adultos em processo de certificação lhes reduz a autonomia, mas por outro lado também constitui um desafio.
Os Deputados salientaram que é vital que todos os Centros de Novas Oportunidades pugnem pelo rigor e qualidade em todo o processo de desenvolvimento de competências, bem como na respectiva certificação, pois que o facilitismo, seria prejudicial para os cidadãos e para o êxito do Programa.
Reforçando a pertinência da qualidade e rigor no desenvolvimento de todo o Processo de Qualificação e de Certificação, foi igualmente salientada a importância da Carta de Qualidade e dos respectivos instrumentos de regulação e avaliação do sistema que a mesma introduziu.
No final da reunião os deputados Esmeralda Ramires, Hugo Nunes e David Martins, agradados pela motivação e capacidades manifestadas pelos adultos em processo de desenvolvimento de competências no CNO visitado, deram nota de que:
O Programa “Novas Oportunidades ” constitui uma efectiva oferta de Novas Oportunidades para todos;
Estão convictos que os instrumentos de regulação da actividade e de intervenção dos Centros, já introduzidos através da Carta de Qualidade, conjugados com a criação de uma Comissão Externa de Avaliação, contribuirão para garantir a qualidade da actividade em todos os Centros Novas Oportunidades;
Esta foi a primeira de uma série de visitas que os deputados pretendem realizar aos Centros (CNOs), num processo de acompanhamento do Programa Novas Oportunidades, na região do Algarve.
O Gabinete de Imprensa
Faro, 2008-03-19
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Esmeralda Ramires, Hugo Nunes e David Martins, deputados do Partido Socialista, eleitos pelo círculo eleitoral do Algarve, visitaram o Centro Novas Oportunidades (CNO) da Associação In Loco, que funciona em S. Brás de Alportel e reuniram com a equipa formativa e os adultos que se encontram em processo de reconhecimento, validação e certificação de competências.
Na reunião que demorou cerca de três horas os cidadãos e cidadãs deram nota das suas motivações e expectativas, bem como das dificuldades no desenvolvimento das sua competências para efeito da respectiva certificação.
As motivações e expectativas apresentadas foram desde o acesso a emprego com qualidade e respectiva promoção até ao prosseguimento de estudos, situação esta que a entidade responsável pelo CNO deu conta de ser comum.
Entre as dificuldades abordadas salienta-se a complexidade da linguagem utilizada na construção do Portfólio de Competências, o que para alguns adultos em processo de certificação lhes reduz a autonomia, mas por outro lado também constitui um desafio.
Os Deputados salientaram que é vital que todos os Centros de Novas Oportunidades pugnem pelo rigor e qualidade em todo o processo de desenvolvimento de competências, bem como na respectiva certificação, pois que o facilitismo, seria prejudicial para os cidadãos e para o êxito do Programa.
Reforçando a pertinência da qualidade e rigor no desenvolvimento de todo o Processo de Qualificação e de Certificação, foi igualmente salientada a importância da Carta de Qualidade e dos respectivos instrumentos de regulação e avaliação do sistema que a mesma introduziu.
No final da reunião os deputados Esmeralda Ramires, Hugo Nunes e David Martins, agradados pela motivação e capacidades manifestadas pelos adultos em processo de desenvolvimento de competências no CNO visitado, deram nota de que:
O Programa “Novas Oportunidades ” constitui uma efectiva oferta de Novas Oportunidades para todos;
Estão convictos que os instrumentos de regulação da actividade e de intervenção dos Centros, já introduzidos através da Carta de Qualidade, conjugados com a criação de uma Comissão Externa de Avaliação, contribuirão para garantir a qualidade da actividade em todos os Centros Novas Oportunidades;
Esta foi a primeira de uma série de visitas que os deputados pretendem realizar aos Centros (CNOs), num processo de acompanhamento do Programa Novas Oportunidades, na região do Algarve.
O Gabinete de Imprensa
Faro, 2008-03-19
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Nesta época festiva tive o grato prazer de jantar com o “Grupo” da ADN da Associação Tempus, em Olhão (Associação de Apoio a Toxicodependentes).
Foi um jantar especial atendendo à época festiva, mas corresponde a uma iniciativa que as segundas feiras este grupo de Apoia da Associação Tempus realiza com o fim de dar conforto ao corpo, à mente e ao espírito de toxicodependentes que aceitam a sua ajuda. A Associação tem natureza reloigiosa mas a sua obra tem um aforte componente solidária.
No ano seguinte tive a alegria de partilhar novamente no jantar realizado com o Grupo da Associação e de constatar que continua na senda da solidariedade social.
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A organização contou com o apoio da Governadora Civil, do Presidente da Câmara Municipal de Faro, do Reitor da Universidade do Algarve e do Presidente da RTA.

Esta foto ilustra a recepção da Câmara Municipal de Faro, aos Deputados, com uma amostra de vinhos
Programa
Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007
09H30 - Sessão de abertura
Vitor Ramalho - Presidente da Comissão de Trabalho, Segurança Social e Administração Pública
João Guerreiro - Magnífico Reitor da Universidade do Algarve
Vieira da Silva - Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social
10H00 - Pausa para café
1.º Painel - 10H15-11H30
Tema: Igualdade de oportunidades e não discriminação enquanto factor de cidadania
Elza Pais, oradora convidada pelo Grupo Parlamentar do PS
Antonieta Guerreiro, oradora convidada pelo Grupo Parlamentar do PSD
Odete Santos, oradora convidada pelo Grupo Parlamentar do PCP
Priscila Soares, oradora convidada pelo Grupo Parlamentar do BE
Moderadora: Deputada Esmeralda Ramires (PS)
2.º Painel - 11H30-12H45
Tema: Responsabilidade Social das Organizações
Vítor Neto - Presidente da Associação Empresarial da Região do Algarve
Mário Ferreira - Administrador do Zoomarine-Algarve
Moderador: Deputado Arménio Santos (PSD)
13H00 - Almoço
3.º Painel - 14H30-15H45
Tema: Políticas Públicas de Emprego
Francisco Madelino - Presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional
Carla Martingo - Coordenadora do Plano de Integração dos Emigrantes
Moderador: Deputado Miguel Laranjeiro (PS)
15H45 - Pausa para café
4.º Painel - 16H00-17H30
Tema: Igualdade de Oportunidades, um direito de todos, uma responsabilidade partilhada
Paula Esteves - Membro da Comissão Permanente da União Geral de Trabalhadores
Gilberto de Sousa - Presidente da Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve
António Goulart - Membro do Conselho Nacional da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses
Cristina de Sousa - Presidente da Associação das Mulheres Agricultores de Portugal
Moderadora: Deputada Mariana Aiveca (BE)
17H30 - Sessão de encerramento
José Apolinário - Presidente da Câmara Municipal de Faro
Paulo Bárcia - Director do Escritório da OIT (Organização Internacional do Trabalho) em Lisboa
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Foi com imenso prazer que, no dia 8 de Junho de 2007, tive a oportunidade de receber e acompanhar os cidadãos da freguesia de Pechão ( concelho de Olhão) que, no efectivo exercício do direito de cidadania, numa iniciativa da Junta de Freguesia visitaram a Assembleia da República.
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